Pela quinta vez consecutiva, o Instituto-Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (IGP-RS) obteve desempenho aprovado no Ensaio de Proficiência em Alcoolemia do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O teste tem como objetivo avaliar a regularidade, confiabilidade e qualidade técnica das análises realizadas pelos laboratórios.
A quinta rodada do ensaio foi realizada entre 22 de setembro de 2025 e 9 de fevereiro de 2026, contando com a participação de 22 laboratórios forenses de diferentes Estados do Brasil. O Rio Grande do Sul foi representado pela Divisão de Toxicologia Forense (DTF) do IGP-RS.
Objetos de estudo
Durante o teste, os participantes analisaram dois objetos de estudo: um preparado em matriz sanguínea, fortificado com etanol, e outro constituído por solução de etanol em água. Para as duas amostras, os laboratórios realizaram a determinação quantitativa da concentração de etanol, empregando métodos validados, com controle de qualidade e o devido preparo das amostras. O desempenho da DTF foi aprovado pelos critérios do Inmetro.
Credibilidade da prova pericial
“Esse resultado é reflexo do trabalho técnico contínuo e comprometido da equipe da Divisão de Toxicologia Forense, que atua com rigor metodológico e monitoramento permanente da qualidade. A participação regular em ensaios de proficiência reforça a solidez dos nossos processos e assegura que os exames realizados pelo IGP atendam a elevados padrões de confiabilidade, fortalecendo a credibilidade da prova pericial”, destacou a perita criminal Paulini Braun Wegner, chefe da Divisão de Toxicologia Forense.
Qualidade do serviço
De acordo com o órgão, “o resultado satisfatório do IGP no ensaio de proficiência contribui para assegurar a qualidade do serviço prestado pela Divisão de Toxicologia Forense, bem como o constante aprimoramento das atividades periciais desempenhadas. A atuação em programas nacionais de avaliação técnica reforça o compromisso do IGP com a produção de laudos consistentes, confiáveis e alinhados às melhores práticas científicas”. As informações são do IGP-RS.